T r ê s !
Festival de Teatro de Curitiba e editoras Medusa e Iluminuras
convidam para o lançamento dos livros
Corpo Sutil, de Ricardo Corona
Criptógrafo Amador, de Marcelo Sandmann
Ode Mundana, de Luiz Felipe Leprevost
e revista Oroboro # 7
As Editoras Medusa e Iluminuras promovem o lançamento conjunto dos livros Corpo sutil (Ed. Iluminuras), de Ricardo Corona, Ode mundana (Ed. Medusa), de Luiz Felipe Leprevost, Criptógrafo amador (Ed. Medusa), de Marcelo Sandmann e o número 7 da revista de poesia e arte Oroboro.
O lançamento, que integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba (edição 2006) e acontecerá no Original Café, dia 20 (segunda-feira) de março a partir das 20h(com entrada franca e sem couver artístico), promete ser uma noitada de intensa comunicação poética, com sessão de autógrafos, performances e leituras feitas pelos autores.
Os três livros dos três poetas paranaenses contêm diferentes pesquisas:

Em Corpo sutil, de Ricardo Corona, há uma seleção de poemas "cuja sonoridade singular resulta da imbricação de fragmentos temáticos, palavras e ritmos pertencentes a culturas orais primárias e fragmentos temáticos, palavras e ritmos (e arritmias) contemporâneos". (Antonio Cícero, no texto de apresentação).
Em Ode mundana, de Luiz Felipe Leprevost, "o poeta inscreve sua visão em grande angular da terra devastada. Seu bilhete nervoso deixado na geladeira do mundo". (Marcelo Montenegro, no texto de apresentação).
Em Criptógrafo amador, de Marcelo Sandmann, "já na primeira leitura sentimos que ele escolheu para escrever (e foi escolhido por) uma poesia que se insere na nossa forte tradição coloquial, mas com um sólido contrapeso de formas que não derramam o brilho dos achados, sempre lapidares". (Cristóvão Tezza, no texto de apresentação).
E o número 7 da revista de poesia e arte Oroboro traz uma mostra significativa de poéticas e trabalhos artísticos que vão do humor do cartunista Solda (com dossiê organizado por Key Imaguire Jr.) à pintura de Mazé Mendes e Marcelo Conrado; dos contos da inglesa Anne Cassidy (em tradução de Alice Leal) à prosa de Maria Esther Maciel e Wilson Bueno (destaque da seção "Cobra"); da poesia de Joca Wolff e Diego Vinhas aos diálogos inesperados entre arte e poesia no ensaio de Martinho Júnior sobre o trabalho da artista plástica Regina Silveira; da história em quadrinhos de Antonio Eder ao texto criativo e bem humorado de Celso Borges (seção Orobário). A edição também publica em destaque "A Conjuração Sagrada", de Georges Bataille — primeiro artigo do primeiro número da revista Acéphale (que teve apenas cinco números publicados entre 1936 e 1939) trazido à baila para Oroboro por Fernando Scheibe.
Ricardo Corona (1962) é autor dos livros de poesia Cinemaginário (1999), Corpo sutil (2005) e Tortografia, em parceria com Eliana Borges (2003) – todos pela editora Iluminuras. Em 2001, lançou o CD de poesia Ladrão de fogo (Medusa). Organizou a antologia Outras praias — 13 poetas brasileiros emergentes / Other Shores — 13 Emerging Brazilian Poets (edição bilíngüe — Ed. Iluminuras, 1998). Traduziu em parceria com Joca Wolff o livro-poema Momento de simetria (Curitiba, Ed. Medusa, 2005), de Arturo Carrera. Integrou as antologias Outras praias (1998), Pindorama — 20 poetas de Brasil (Argentina, 2000), Na virada do século — poesia de invenção no Brasil (2002), Passagens — Antologia de poetas contemporâneos do Paraná (2002) e Cities of Chance: New Poetry from the United States and Brazil (Rattapallax, EUA, 2003), acompanhada de CD de poesia, no qual participa com o poema "Ventos e uma alucinação". Participou também da antologia Os cem menores contos brasileiros do século (org. Marcelino Freire, SP, Ateliê Editorial, 2004) e da mostra "Brasil: Poetry Today", publicada na revista Slope (EUA, 2004). Tem poemas musicados por Vitor Ramil, Ana Lee, Neuza Pinheiro, entre outros. Em 1998, criou a revista de poesia e arte Medusa, e, em 2004, a revista de poesia e arte Oroboro, a qual edita em parceria com Eliana Borges.
